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PRAZO PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS ENCERRADO.

Prazo para inscrição de trabalhos encerrado. Autores, agradecemos pelos envios de suas sinopses. Os resultados das avaliações estarão disponíveis até o dia 30/04.

 

Clique no botão abaixo para acompanhar o status do seu trabalho.

 


STATUS DO TRABALHO

 

Os trabalhos finais serão avaliados para indexação na base Scopus, a maior base de dados de citações e resumo de literatura científica. Além disso, os trabalhos finais serão publicados na biblioteca online do IBP, com registro ISSN, e em bibliotecas de universidades e empresas parceiras, podendo ainda ser publicados em revistas indexadas.

 

TEMÁRIO


BLOCO I – EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO

EXPLORAÇÃO

A queda nos preços do petróleo levou muitas empresas a reduzirem seus investimentos em exploração, esperando por “melhores dias”. No entanto, a recente recuperação do Brent e do WTI e a percepção de demanda crescente por hidrocarbonetos têm trazido um ímpeto renovado na busca por novas jazidas. No contexto brasileiro os recentes bids da ANP motivam estudos em novas fronteiras exploratórias e mesmo em recursos não convencionais; também a “reexploração” em áreas maduras pode viabilizar novos projetos. O tema de Exploração do bloco de E&P, portanto, convida com interesse propostas de sinopses nos seguintes assuntos:

  • Desafios exploratórios em recursos não convencionais
  • Gestão de dados de E&P (Big Data)
  • Modelagem de sistemas petrolíferos e geoquímica
  • Geologia estrutural e tectônica
  • Novas fronteiras exploratórias (onshore e offshore)
  • Potencial exploratório remanescente em bacias maduras
  • Tecnologias avançadas em geologia e geofísica
  • Petrografia e estratigrafia / sedimentação
  • Estudos integrados e de casos

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Os investimentos no segmento Upstream continuam expressivos e o ambiente de capital limitado implica em desafios para a obtenção de melhores rentabilidades dos projetos. A apropriada gestão de projetos apresenta um papel crucial na realização de oportunidades, seja no desenvolvimento de conceitos competitivos na etapa de planejamento, seja na diligente execução com um gerenciamento especializado efetivo e eficaz. Temas de interesse sugeridos para o evento da Rio Oil & Gas 2018 são:

  • Seleção de Alternativas e Conceitos de Desenvolvimento
  • Métricas para Projetos
  • Encerramento de Projetos e Implementação de Lições aprendidas
  • Governança de projetos e ciclos de aprovação
  • Estudos de Casos

RESERVATÓRIOS

E bastante largo o espectro de áreas técnicas de interesse na disciplina de Reservatórios. Neste momento em que se encontra a indústria pode-se destacar o gerenciamento de grandes campos em LDAs ultra profundas, busca por melhoria de fator de recuperação e incorporação de reservas em áreas maduras, desenvolvimento de jazidas complexas tais como os de shale gas / oil, interface da gestão de reservatório com tecnologias de monitoramento de poços, de sísmica permanente, entre outras. A Rio Oil & Gas de 2018 será um campo fértil para discussões nestes temas e outros, elencados abaixo:

  • Análise de incertezas, ajuste de histórico e otimização da produção
  • Avaliação de formações
  • Caracterização e modelagem geológica de reservatórios
  • Geofísica e monitoramento de reservatórios
  • Geomecânica aplicada a reservatórios
  • Gerenciamento de água (gerenciamento da produção de água, reinjeção de água produzida, etc.)
  • Novas tecnologias para gerenciamento de reservatórios
  • Recuperação avançada (### IOR/EOR)<
  • Reservatórios complexos (fraturados, baixa permeabilidade, anormalmente pressurizados, etc.)
  • Revitalização de campos maduros
  • Simulação numérica de reservatórios
  • Avaliação de reservas
  • Estudos integrados

SISTEMAS DE PRODUÇÃO

A introdução de tecnologias digitais no tratamento da imensa massa de dados adquiridas em sistemas de monitoramento em tempo real de poços e plantas de processo traz uma nova perspectiva para o projeto e operação de sistemas de produção de forma a aumentar a velocidade de análise e de tomada de decisão bem como a disponibilidade operacional dos equipamentos das plantas de processo. Adicionalmente, a busca pela produção econômica de hidrocarbonetos em cenários cada vez mais desafiadores e a necessidade de constante redução de custos e por atendimento a elevados graus de conformidade com requisitos de SMS (HSE) são necessidades da indústria atual para garantir e aumentar a rentabilidade dos projetos de desenvolvimento da produção. Neste contexto desafiador e ávido por soluções inovadoras, buscam-se bons artigos nos temas citados a seguir:

  • Automação e controle da produção
  • Excelência operacional
  • Garantia de escoamento
  • Gerenciamento de água produzida
  • Gerenciamento de CO2 e H2S
  • Gestão de operações e logística
  • Instalações de produção
  • Manutenção e integridade estrutural
  • Seleção de materiais
  • Processamento primário
  • Produção de óleo pesado offshore
  • Produção, processamento e exportação de gás natural
  • Segurança de processos
  • Sistema de processamento submarino (subsea factory)
  • Sistemas de elevação artificial
  • Sistemas de coleta submarinos
  • Descomissionamento de sistemas de produção
  • Estudos de casos

POÇOS

A descoberta do pré-sal na costa brasileira propiciou importantes avanços na tecnologia de construção de poços em ambiente de LDA ultra profunda, espessa camada de sal e em jazidas que por vezes levam a condições difíceis de controle de poço. É uma área em que constantes desenvolvimentos podem trazer ganhos expressivos, seja na fase de perfuração como na de completação (poços inteligentes) e de estimulação. Mas não é apenas no pré-sal que demanda contínuo avanço: a viabilização de projetos de aumento de recuperação em campos maduros e de óleo pesado depende redução de custos e de novas tecnologias para viabilizar poços offshore de geometria mais complexa (multilaterais, de máximo alcance). A Rio Oil & Gas que ajudar a promover esta discussão com artigos nos temas de:

  • Abandono de poços
  • Estimulação e fraturamento de poços
  • Fluidos de perfuração e completação
  • Geomecânica e estabilidade de poços
  • Gestão de operações e logística
  • Integridade de poços e segurança de processos
  • Poços inteligentes e digitalização no upstream
  • Projetos de poços
  • Controle de poço e resposta a emergência
  • Tecnologias de completação
  • Tecnologias de perfuração
  • Intervenção em poços
  • Licenciamento e SMS em operações de poços
  • Estudos de casos


BLOCO II – ABASTECIMENTO

MERCADO DE PETRÓLEO E DERIVADOS

O novo cenário que se desenha para o segmento de downstream brasileiro requer o aprofundamento de temas prioritários, tais como: regulação, tributação e modelos de negócios visando a criação de um mercado atrativo para novos investimentos.

Inclui ainda o debate de assuntos relativos à produção, importação e logística de derivados de petróleo e biocombustíveis, visando a garantia do abastecimento nacional, bem como a dinâmica competitiva entre seus diversos agentes em um ambiente de transição para uma matriz de baixo carbono.

  • Evolução da Matriz Energética
  • Balanço de oferta e demanda de derivados
  • Qualidade dos derivados de petróleo
  • Preços internacionais de petróleo e derivados
  • Formação de preços nacionais e tributação de combustíveis
  • Modelos de transição para matriz de baixo carbono
  • Modelos de negócio para investimentos em downstream
  • Regulação e fiscalização
  • Dinâmica concorrencial dos agentes de mercado
  • Inovações tecnológicas na indústria automotiva

INFRAESTRUTURA – PORTOS, TERMINAIS, DUTOS, FERROVIAS, HIDROVIAS

Será objeto deste tema a discussão do uso de modais de alto volume para o transporte de líquidos e gases no Brasil, partindo da infraestrutura portuária e abordando as diversas alternativas para movimentação de produtos. As experiências positivas no uso dos diversos modais de transporte, a análise crítica dos fatores que limitam o uso da infraestrutura e o transporte de produtos, e as questões que envolvem o arcabouço regulatório são temas de destaque para os trabalhos técnicos. Em paralelo, o desenvolvimento e aplicação da engenharia na construção da infraestrutura, as iniciativas por aumento de eficiência na operação logística e o aumento da confiabilidade e segurança de equipamentos e sistemas, complementam o grupo de temas de interesse que irão nortear os debates técnicos nos fóruns da Conferência em 2018.

  • Infraestrutura logística – engenharia, construção e montagem
  • Transporte dutoviário e terminais terrestres – operação, manutenção e inspeção
  • Operação de terminais portuários para líquidos – eficiência e mitigação de riscos
  • Transporte de líquidos no modal ferroviário – riscos e oportunidades
  • Terminais de uso privado versus portos públicos – competitividade dos modelos
  • Operação em hidrovias – aumento da eficiência e segurança
  • Políticas de fomento ao investimento em infraestrutura logística no Brasil
  • Análise de risco e aumento de confiabilidade para equipamentos e sistemas

DISTRIBUIÇÃO/MARKETING

A perspectiva de crescimento econômico para os próximos anos, o consequente aumento da demanda por combustíveis e a mudança de perfil do consumidor, que cada vez mais procura pela conveniência e praticidade, exigem do setor de distribuição de combustíveis a busca contínua por soluções integradas e evoluções constantes, visando a redução de custos, garantia da oferta e qualidade de produtos, expansão de mercados e competitividade.

  • Otimização das cadeias logísticas de distribuição e integração de modais
  • Aumento da representatividade dos biocombustíveis na matriz: desafios para o setor de distribuição
  • Tecnologia de informação na cadeia logística de distribuição
  • Impactos da tributação na logística de distribuição
  • Distorções concorrenciais – Combate ao comércio irregular de combustíveis
  • Garantia da qualidade de produtos e serviços
  • Varejo no posto de serviço e novas tecnologias de pagamento
  • Modelos logísticos para atendimento às lojas de conveniências

REFINO E PETROQUÍMICA

No tema refino de petróleo e petroquímica, pretende-se receber trabalhos que ajudem a compreender os rumos que esse ramo da indústria, no Brasil e no mundo, tomará. Com a previsão de entrada no mercado de automóveis nas próximas décadas, de um número cada vez maior de veículos elétricos de hibridros, impactando a demanda de gasolina e óleo diesel, a indústria de refino deverá se adaptar a essa nova situação. Nesse sentido, aperfeiçoamento dos processos com a entrada de novas tecnologias, digitalização da indústria e novas técnicas de manutenção visando à um aumento de confiabilidade, serão ferramentas indispensáveis para conferir uma maior economicidade à atividade.

A busca por integrar aos processos de refino, utilizando-se uma eventual sobra de nafta, unidades para produção de produtos petroquímicos deverá ser uma tendência a ser observada.

No que tange à indústria petroquímica propriamente dita, fatores fundamentais para garantir a competitividade, tais como disponibilidade e custo de matérias primas, novas tecnologias e fabricação de produtos de maior valor agregado deverão ser considerados.

  • Eficiência energética e controle de emissões
  • Manutenção e confiabilidade
  • Tendências tecnológicas para refino e petroquímica
  • Suprimento de matéria prima petroquímica
  • Modelos de descentralização do refino
  • Políticas para investimento em refino no Brasil
  • Evolução de especificações e produtos
  • Automação/otimização de processos
  • Economicidade da atividade de refino

BIOCOMBUSTÍVEIS

O tema biocombustíveis incorpora assuntos relativos à produção, transporte e comercialização, bem como aspectos relacionados à políticas públicas, regulação, emissões de gases de efeito estufa e mecanismos de precificação de carbono voltados a esse setor. Representando cerca de 18% da matriz energética brasileira, a bioenergia, com destaque para os biocombustíveis, se consolidou como a segunda maior fonte de energia no Brasil. A recente aprovação da Lei13.576/2017, que criou a Política Nacional de Bicombustível (RenovaBio), ampliou a importância de estudos, análises e discussões acerca do papel dos biocombustíveis na matriz de transportes nacional, visando a garantia de abastecimento e a transição para uma economina de baixo teor de carbono.

  • Etanol: produção, mercado, logística de transporte e armazenamento
  • Biodiesel: produção, mercado, logística de transporte e armazenamento
  • Políticas públicas e regulação
  • Novas tecnologias e biocombustíveis (bioquerosene, etanol celulósico, biogás, etc)
  • O papel dos biocombustíveis para segurança energética e mitigação das emissões de gases de efeito estufa
  • Mercado e precificação carbono
  • Cálculo de emissões e análise de ciclo de vida

BLOCO III – GÁS E ENERGIA

OFERTA DE GÁS NATURAL
O mercado brasileiro de gás natural tradicionalmente vem sendo atendido pela oferta doméstica e pelo gás natural importado da Bolívia. Na última década, com a construção de terminais de regaseificação, o gás natural liquefeito (GNL) também passou a ser uma potencial fonte de suprimento, particularmente para o atendimento de usinas termelétricas. Hoje o país também é suprido pela produção de gás natural oriunda o pré-sal.

Há, portanto, uma série de possíveis origens de suprimento, num contexto de crescimento da produção nacional, de aumento da produção de gás não convencional nos Estados Unidos, Austrália e Argentina, e de expiração de um dos contratos de suprimento de origem boliviana.

Os temas deste tópico têm por objetivo levantar as discussões que podem afetar o suprimento de gás, considerando as mudanças no mercado internacional, como aquelas promovidas pelo shale gas norte-americano, bem como as perspectivas regionais (América Latina) e locais, em particular no que se refere ao pré-sal.

  • Produção – Brasil
  • Perspectivas
  • Produção terrestre e marítima (pós-sal e pré-sal)
  • Importação
  • GNL
  • Dutos (América Latina)
  • Não-convencionais
  • Biogas
  • Shale gas, tigh sands, CBM – Coal Bed Methane

INFRAESTRUTURA
A indústria de gás natural é composta por uma série de segmentos que se interconectam a fim de permitir que o gás produzido seja processado e movimentado de modo a alcançar os consumidores do produto. Há, portanto, a presença de ativos de infraestrutura nos distintos segmentos da cadeia de valor do energético, desde sua produção até a entrega aos consumidores finais. A utilização eficiente e a realização de investimentos em ativos de infraestrutura são aspectos críticos não apenas para viabilizar o desenvolvimento de novos mercados de gás natural, como também para promover o crescimento ou mesmo dar sustentabilidade aos mercados existentes. O acesso a infraestruturas essenciais (dutos de escoamento, plantas de processamento e terminais de regaseificação), ao transporte e à distribuição de gás é condição necessária para permitir o desenvolvimento de um mercado mais competitivo.

A discussão a respeito da utilização da infraestrutura reveste-se de grande importância, particularmente num contexto em que se busca atrair novos agentes para a consecução de investimentos na indústria, por meio da introdução da competição nas diferentes atividades da cadeia.

  • Infraestruras essencias
  • Escoamento
  • UPGNs
  • Terminais de GNL
  • Transporte
  • Dutoviário
  • GNC / GNL
  • Estocagem
  • Distribuição

INTEGRAÇÃO GÁS ELETRICIDADE

A geração termoelétrica a gás natural vem se tornando cada vez mais relevante para o suprimento de energia elétrica. No Brasil o tema ganha importância porque surge como uma alternativa energeticamente segura e ambientalmente adequada para ampliação da oferta de energia elétrica e também como “âncora” para o desenvolvimento de mercado de gás e projetos de produção de gás doméstico e importação de GNL.

A necessidade de se ampliar as sinergias entre as indústrias de energia elétrica e gás natural tem se mostrado cada vez mais necessária e o debate das questões apontadas para este tema tem como objetivo não só diminuir a assimetria de informação entre as duas indústrias, mas também apontar caminhos para a utilização sustentável do gás natural como alternativa para a geração de eletricidade

  • Complementariedade com renováveis
  • Despacho na base
  • Geração como ancora de mercado
  • Impacto da geração térmica na oferta de gás doméstico e GNL

MERCADO E PLANEJAMENTO

A indústria de gás é intensiva em capital e os investimentos apresentam retorno de longo prazo. Por esta razão, as decisões finais de investimento nas distintas atividades da cadeia são impactas não apenas pelo ambiente institucional e regulatório vigente, mas também pelas perspectivas de desenvolvimento da indústria.

Este bloco tem como objetivo discutir diferentes cenários mercadológicos para o gás natural, tanto no âmbito nacional, como regional e internacional, considerando os aspectos tecnológicos, ambientais, sócio-econômicos, institucionais, entre outros, que podem alterar o perfil de consumo e produção de gás natural.

  • Comercialização
  • Competividade e Precificação
  • Cenários Oferta vs. Demanda
  • Brasil
  • America Latina
  • LNG Trading
  • Perspectivas mundiais
  • Usos do gás
  • Residencial, comercial, industrial, veicular
  • Cogeração e geração distribuída

AVALIAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA DE PROJETOS

O mercado de gás no Brasil vem consolidando e este processo deve se acelerar a partir da aprovação da nova legislação para a indústria. Como reflexo deste novo ambiente, investimentos vêm sendo realizados por novos e antigos atores em toda cadeia de valor do gás natural, desde a atividade de escoamento até novos projetos de geração térmica.

Um entendimento mais aprofundado do quadro tributário, econômico e financeiro, por meio da apresentação de projetos existentes/potenciais ou de estudos específicos pode servir como guia e apontar o melhor caminho para o desenvolvimento do setor, incentivando investimentos em toda sua cadeia de valor.

  • Monetização
  • Escoamento
  • UPGN
  • Terminal de GNL
  • REGAS e Liquefação
  • Transporte e distribuição
  • Geração Térmica
  • GTL

REGULAÇÃO

A indústria brasileira de gás natural tem passado por um importante processo de transformação. O reposicionamento da Petrobras permitiu a inserção de novos agentes em diferentes segmentos desta indústria. Em paralelo, a inciativa Gás para Crescer, que agora se desdobra nas discussões do PL 6.407 no Congresso Nacional, objetivou a discussão de aperfeiçoamentos no marco legal da indústria do gás natural, com o objetivo de torná-la mais dinâmica, competitiva e com maior liquidez.

No âmbito do programa Gás para Crescer foram discutidos e propostos aperfeiçoamentos no texto legal que objetivam dinamizar as distintas atividades da cadeia de valor do gás natural. Como consequência desta alteração no marco legal, será necessária a proposição de novas normas ou a revisão da regulamentação vigente. Neste sentido, é fundamental realizar uma ampla discussão dos temas objeto de regulação, de modo a contribuir para o estabelecimento das novas regras necessárias para o desenvolvimento da indústria de gás.

  • Escoamento, processamento e terminais
  • Transporte, Estocagem e Distribuição
  • Hubs de gás


BLOCO IV – GESTÃO DA INDÚSTRIA

GEOPOLÍTICA E O FUTURO DA INDÚSTRIA DE ÓLEO E GÁS
Esse tema tem como objetivo discutir as rápidas transformações na geopolítica e nos aspectos técnicos e econômicos em curso na indústria mundial de óleo e gás, seus impactos para o futuro da indústria, bem como riscos e oportunidades para os diferentes atores dessa cadeia global de valor.

  • Geopolítica do Petróleo: Cenários e Tendências
  • Oferta e Demanda Mundial de Óleo e Gás
  • Dinâmica de Preços de Óleo e Gás
  • Fontes Alternativas de Energia e a Competitividade com a Indústria de Óleo e Gás
  • Inovação e Tecnologia para Redução de Custos e Aumento da Competitividade
  • Políticas de Desenvolvimento Industrial para Cadeia de Suprimento de Óleo e Gás
  • Riscos Não Técnicos: Políticos, Econômicos, Regulatórios, Sociais e Ambientais
  • Gestão do Conhecimento
  • Aspectos Econômicos e Regulatórios do Abandono de Áreas

REGULAÇÃO E TRIBUTAÇÃO NA INDÚSTRIA DE ÓLEO E GÁS

Esse tema tem como objetivo discutir as questões econômicas, legais e regulatórias que afetam a indústria de petróleo e gás. Estão incluídos nesse tema aspectos tributários e regulatórios, bem como regras e normas que têm impacto direto ou indireto sobre o setor. O tema inclui ainda a análise das recentes iniciativas de políticas públicas implementadas no setor de óleo e gás, como: Gás para Crescer, RenovaBio,REATE, entre outras.

  • Métodos Alternativos de Solução de Controvérsias na Indústria de Petróleo e Gás
  • As Participações Governamentais na Indústria Brasileira de Petróleo e Gás
  • O Tratamento Tributário das Atividades de Exploração, Desenvolvimento e Produção de Jazidas de Petróleo e Gás: Mudanças Recentes e Desafios
  • Impactos da Modernização da Legislação Trabalhista, Terceirização e Novo Código de Imigração na Indústria de Petróleo e Gás Brasileira
  • Concessão, Partilha de Produção, Cessão Onerosa e outros Regimes ao Redor do Mundo: Análise de Aspectos Econômicos e Regulatórios de Diferentes Regimes de Outorga na Indústria de Petróleo e Gás.
  • Exportação e Importação de Petróleo Bruto e Derivados no Brasil: Questões Tributárias e Operacionais
  • A Implementação de Novas Políticas Públicas na Indústria de Petróleo e Gás

SMS

Os subtemas de SMS têm como foco atrair trabalhos técnicos que discutam e proponham melhorias na performace da indústria de óleo e gás em SMS. O tema abrange desde a formação de lideranças comprometidas com a cultura da segurança de pessoas, instalações e da preservação do meio ambiente, até a conformidade com a legislação, regulação, normas e padrões que contribuam para prevenir, reduzir e mitigar acidentes e os impactos das atividades desta indústria.

  • Excelência Operacional: Cultura e Liderança
  • Gerenciamento de Resíduos e Efluentes
  • Regulação Ambiental, Processo de Licenciamento e seus Impactos nas Atividades de Óleo e Gás
  • Descomissionamento e Extensão de Vida Útil
  • Gestão de Segurança: de Processo, Operacional, Ocupacional e Ambiental

GESTÃO CORPORATIVA

Esse tema tem como objetivo discutir aspectos relacionados à gestão das empresas que impactam no desenvolvimento da Indústria de Óleo e Gás. O tema abrange discussões ligadas à gestão de pessoas, compliance, governança, comunicação corporativa, gestão de fornecedores, alternativas de financiamento, entre outras questões corporativos relevantes.

  • Produtividade e Competitividade versus a Qualidade do Ambiente no Trabalho
  • Futuro da Indústria – Atração de Jovens Profissionais e o Processo de Qualificação de Trabalhadores
  • Compliance Corporativo: Gestão de Risco; Certificações (ISO 37001) e Responsabilidade Civil e Administrativa Aplicável aos Consórcios de E&P
  • Ética e Conformidade
  • Alternativas de Financiamento para a Indústria de Óleo e Gás: Acesso ao Mercado de Capital, Seguros, Garantias e outros Instrumentos Financeiros
  • Comunicação Corporativa e Reputação da Indústria
  • Melhores Práticas e Compliance na Contratação de Bens e Serviços (procurement)

SUSTENTABILIDADE

Os subtemas de sustentabilidade pretendem atrair trabalhos técnicos relacionados ao papel da indústria de óleo e gás na transição energética para uma economia de baixo carbono, incluindo aspectos ligados à eficiência e redução de emissões, bem como questões ligadas à responsabilidade social das organizações do setor.

  • Estratégias e Inovações Tecnológicas para Aumento de Eficiência e Redução de Emissões na Indústria de Óleo e Gás
  • Acordo de Paris: Políticas Públicas e Mecanismos de Financiamento para a Implementação de Medidas de Mitigação
  • Gestão de Emissões de Gases de Efeitos Estufa: Metodologias e Transparência
  • A indústria de Óleo & Gás e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS
  • Responsabilidade Social na Indústria de Óleo e Gás

BLOCO V – TECNOLOGIAS DIGITAIS

REGULAMENTAÇÃO E FINANCIAMENTO

Este temário tem como objetivo discutir e identificar os programas de incentivos à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – PD&I ( a exemplo da Cláusula de PD&I, dos contratos de exploração e produção de petróleo), formas de investimento privado, e gestão destes recursos. Modelos de acordo de parceria e contratos, como os de transferência de tecnologia e licenciamento também são o foco deste Bloco, além de normas e regulamentos que versam sobre o assunto.

  • Aplicação dos Recursos da Cláusula de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) das Agências Reguladoras
  • Marco Regulatório da CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação)
  • Modelos de Parcerias
  • Modelos de financiamento
  • Normas e Regulamentos Técnicos

INSPEÇÃO

Esse temário tem como objetivo discutir e identificar a forma pela qual as tecnologias, como veículos autônomos e drones, robótica (geral, topside e subsea) e o monitoramento online de processos, auxiliam na atividade de inspeção e no aprimoramento da integridade estrutural, resultando no aumento da confiabilidade e da segurança das instalações. Visa, também, debater como as tecnologias do futuro podem contribuir para uma Inspeção Não Intrusiva.

  • Inspeção Não Intrusiva
  • Monitoramento online de processos
  • Robótica
  • Robotização Subsea
  • Robotização Topside
  • Veículos autônomos e drones

TECNOLOGIAS DIGITAIS APLICADAS E TENDÊNCIAS

Discutir e apresentar as tecnologias digitais que estão transformando a indústria e propiciando-a a trabalhar de forma mais inteligente e a obter significativa eficiência e economia no curto prazo, permitindo-lhes tomar decisões mais adequadas e mais rápidas. Tecnologias como nuvens inteligentes, Big Data e analytics e Internet das Coisas entre outras, andam de mãos dadas e são o pano de fundo para a revolução digital que a indústria de óleo e gás está passando.

  • Automação
  • Sistemas Integrados
  • Big Data, AdvancedAnalytics e Visualization (Digital Twins)
  • Robótica
  • IIoT (Industrial Internet of Things)
  • Cloud Computing
  • CyberSecurity
  • Realidade aumentada e virtual
  • Blockchain
  • Smartgrids
  • Nanotecnologia aplicada à inspeção e acompanhamento
  • Manufatura Aditiva e Impressão 3D
  • HPC – Computação de Alto Desempenho
  • Inteligência Artificial
  • Gerenciamento de ativos
  • Sistemas Instrumentados de Segurança
  • Operações integradas
  • Nanotecnologia
  • Sistemas wireless
  • Otimização e Controle Avançado de Processos;
  • Controle e Segurança de Processos
  • Veículos autônomos
  • Treinamentos simulados e certificação de operadores
  • Campo de petróleo digital
  • Operação remota


 

Veja abaixo o cronograma da chamada de trabalhos, o temário e outras informações úteis sobre o maior evento de petróleo e gás da América Latina, que reúne os grandes especialistas do setor no Brasil e no mundo, para discutir os assuntos mais relevantes para a indústria no presente e no futuro.

 

CRONOGRAMA

AçãoPrazoStatus
Envio de sinopse estendida (2 páginas)15/04/2018Encerrado
Resultado da avaliação da sua sinopse (via e-mail)de 15 a 30/04Aberto
Envio do trabalho final (5-10 páginas)15/06/2018Aberto
Resultado da aprovação/ pedido de revisão06/07/2018Aberto
Envio do trabalho revisado13/07/2018Aberto
Prazo para a inscrição do autor31/07/2018Aberto
Informe sobre a apresentação dos trabalhos (data, horário, formato)20/07/2018Aberto

SOBRE AS SESSÕES TÉCNICAS

Como autor de um trabalho técnico da Rio Oil & Gas, você poderá participar de apresentações orais e no formato pôster digital. Os autores deverão optar pela forma de apresentação do trabalho, mas o resultado final, no entanto, será definido pelo Comitê Técnico. Veja a diferença:

– Apresentação Oral: São sessões para apresentações formais de trabalhos de natureza técnica ou econômica, de interesse geral a uma grande audiência.

Apresentação Pôster Digital: Essas sessões propiciarão um fórum informal para contato direto entre os autores e congressistas nos assuntos técnicos de enfoque específico. Poderão ser assuntos com temas científicos ou tópicos de tecnologia de ponta que são de grande interesse, porém voltados para um público distinto.

INSCRIÇÕES NA CONFERÊNCIA

Todos os autores que forem participar da Conferência deverão se inscrever para o evento. Para que o trabalho aprovado seja incluído no programa final e publicado na Biblioteca online do IBP, é necessário que ao menos o autor apresentador do trabalho faça sua inscrição até o dia 17 de julho.

 

Preços de inscrições do congresso

 


Todo o congresso

Early bird – até 30/05

Não associado: R$ 1.598,40
Associado Patrimonial: R$ 1.278,72
Associado Setorial: R$ 1.358,64
Associado Cooperador: R$ 1.438,56
Associado Institucional/Profissional: R$ 1.518,48
Expositor/Patrocinador: R$ 1.166,40
Comissão: R$ 720,00
Autor trabalho: R$ 960,00
Professor: R$ 738,72
Mestrandos/Doutorandos/Pesquisadores: R$ 738,72
Estudante – Graduação: R$ 427,68


Passe Diário

Early bird – até 30/05

Não associado: R$ 639,36
Associado Patrimonial: R$ 511,49
Associado Setorial: R$ 543,46
Associado Cooperador: R$ 575,42
Associado Institucional / Profissional: R$ 607,39
Expositor / Patrocinador: R$ 466,56
Professor: R$ 328,32
Mestrandos/Doutorandos/Pesquisadores: R$ 328,32


Pacotes corporativos

Early bird – até 30/05

Não associado
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.438,56
De 15 a 29 inscrições: R$ 1.358,64
De 30 inscrições em diante: R$ 1.278,72

Associado Patrimonial
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.150,85
De 15 a 29 inscrições: R$ 1.086,91
De 30 inscrições em diante: R$ 1.022,98

Associado Setorial
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.222,78
De 15 a 29 inscrições: R$ 1.154,84
De 30 inscrições em diante: R$ 1.086,91

Associado Cooperador
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.294,70
De 15 a 29 inscrições: R$ 1.222,78
De 30 inscrições em diante: R$ 1.150,85

Associado Institucional / Profissional
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.366,63
De 15 a 29 inscrições: R$ 1.290,71
De 30 inscrições em diante: R$ 1.214,78

Expositor / Patrocinador
De 7 a 14 inscrições: R$ 1.049,76
De 15 a 29 inscrições: R$ 991,44
De 30 inscrições em diante: R$ 933,12