Rio Oil & Gas

Organização:
ibp
21 a 24 de setembro de 2020

 

Há 38 anos, a Rio Oil & Gas é maior plataforma de negócios e conhecimento da América Latina para a indústria de óleo, gás e biocombustíveis. A próxima edição acontece entre os dias 21 e 24 de setembro de 2020, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Dividida em exposição, congresso e eventos paralelos, a Rio Oil & Gas é o lugar ideal para estar presente junto às principais empresas do setor, se relacionar com líderes de toda a cadeia de óleo e gás e desenvolver novos negócios.

77*
Países
42.200*
Visitantes
5.000*
Congressistas
+ de 480*
Expositores
+ de 600*
Trabalhos
apresentados
+ de 1000*
Apresentações
de conteúdo
*Edição de 2018
Comitê Organizador
  • Chairman
    Hugo
    Hugo Repsold
    Consultor
  • Co-chair
    Cristina Pinho
    Cristina Pinho
    IBP
  • Adriano
    Adriano Bastos
    BP Energy
  • Alex
    Alex Imperial
    DNVGL
  • Alfredo
    Alfredo Renault
    ANP
  • Antonio
    Antonio Guimarães
    IBP
  • Carla lacerda
    Carla Lacerda
    ExxonMobil
  • Christian
    Christian Schöck
    Siemens Brasil
  • Clarissa
    Clarissa Lins
    IBP
  • Eduardo
    Eduardo Chamusca
    SBM Offshore
  • Fernando
    Fernando Borges
    Petrobras
  • Fernando
    Flávio Ofugi
    Shell Brasil
  • Ingrid
    Ingrid Buckmann
    IBP
  • Joao Carlos de luca
    João Carlos de Luca
    IBP
  • Jorge
    Jorge Camargo
    IBP
  • Jose firmo
    José Firmo
    Porto do Açu Operações
  • Josemauro
    José Mauro Ferreira
    TechnipFMC Brasil
  • Lavinia Hollanda
    Lavinia Hollanda
    Escopo Energia
  • Costamilan
    Luiz Costamilan
    IBP
  • Renato Bertani
    Barra Energia
  • Victor Montenegro
    Victor Montenegro
    IBP
  • Volmir
    Volmir Korzeniewski
    Aker Solutions
  • Wong
    Wong Loon
    NTS
Comitê Técnico
  • Chairman
    Fernando
    Fernando Borges
    Petrobras
  • Cristiano
    Cristiano Pinto da Costa
    Shell Brasil
  • Edmar Fagundes de Almeida
    Instituto de Economia - UFRJ
  • Feipe
    Felipe Baldissera Gabriel
    MODEC
  • Gisele Pereira
    IBP
  • Isabel Waclawek
    Total E&P do Brasil
  • Jorge delmonte
    Jorge Delmonte
    IBP
  • Lissandro
    Lisandro Gaertner
    IBP
  • Marcelo alfradique
    Marcelo Alfradique
    EPE
  • Marcos
    Marcos Assayag
    IBP
  • Melissa
    Melissa Fernandez
    IBP
  • Patricia Pradal
    Patrícia Pradal
    Chevron Brasil
  • Pedro Alem filho
    Pedro Alem Filho
    IBP
  • Raquel
    Raquel Filgueiras
    IBP
  • SEBASTIÃO
    Sebastião Furquim
    Ipiranga
Temário

EXPLORAÇÃO

A queda nos preços do petróleo levou muitas empresas a reduzirem seus investimentos em exploração, esperando por “melhores dias”. No entanto, a recente recuperação do Brent e do WTI e a percepção de demanda crescente por hidrocarbonetos têm trazido um ímpeto renovado na busca por novas jazidas. No contexto brasileiro os recentes bids da ANP motivam estudos em novas fronteiras exploratórias e mesmo em recursos não convencionais; também a “reexploração” em áreas maduras pode viabilizar novos projetos. O tema de Exploração do bloco de E&P, portanto, convida com interesse propostas de sinopses nos seguintes assuntos:

  • Desafios exploratórios em recursos não convencionais
  • Gestão de dados de E&P (Big Data)
  • Modelagem de sistemas petrolíferos e geoquímica
  • Geologia estrutural e tectônica
  • Novas fronteiras exploratórias (onshore e offshore)
  • Potencial exploratório remanescente em bacias maduras
  • Tecnologias avançadas em geologia e geofísica
  • Petrografia e estratigrafia / sedimentação
  • Estudos integrados e de casos

 

RESERVATÓRIOS

E bastante largo o espectro de áreas técnicas de interesse na disciplina de Reservatórios. Neste momento em que se encontra a indústria pode-se destacar o gerenciamento de grandes campos em LDAs ultra profundas, busca por melhoria de fator de recuperação e incorporação de reservas em áreas maduras, desenvolvimento de jazidas complexas tais como os de shale gas / oil, interface da gestão de reservatório com tecnologias de monitoramento de poços, de sísmica permanente, entre outras.

  • Análise de incertezas, ajuste de histórico e otimização da produção
  • Avaliação de formações
  • Caracterização e modelagem geológica de reservatórios
  • Geofísica e monitoramento de reservatórios
  • Geomecânica aplicada a reservatórios
  • Gerenciamento de água (gerenciamento da produção de água, reinjeção de água produzida, etc.)
  • Novas tecnologias para gerenciamento de reservatórios
  • Recuperação avançada (IOR/EOR)
  • Reservatórios complexos (fraturados, baixa permeabilidade, anormalmente pressurizados, etc.)
  • Revitalização de campos maduros
  • Simulação numérica de reservatórios
  • Avaliação de reservas
  • Estudos integrados

GERENCIAMENTO DE PROJETOS E MODELOS ECONÔMICOS

Os investimentos no segmento Upstream continuam expressivos e o ambiente de capital limitado implica em desafios para a obtenção de melhores rentabilidades dos projetos. A apropriada gestão de projetos apresenta um papel crucial na realização de oportunidades, seja no desenvolvimento de conceitos competitivos na etapa de planejamento, seja na diligente execução com um gerenciamento especializado efetivo e eficaz. Temas de interesse sugeridos para o evento da Rio Oil & Gas 2018 são:

  • Seleção de Alternativas e Conceitos de Desenvolvimento
  • Métricas para Projetos
  • Encerramento de Projetos e Implementação de Lições aprendidas
  • Governança de projetos e ciclos de aprovação
  • Precificação de riscos técnicos
  • Precificação de riscos não técnicos
  • Estudos de Casos

 

 

SISTEMAS DE PRODUÇÃO

A introdução de tecnologias digitais no tratamento da imensa massa de dados adquiridas em sistemas de monitoramento em tempo real de poços e plantas de processo traz uma nova perspectiva para o projeto e operação de sistemas de produção de forma a aumentar a velocidade de análise e de tomada de decisão bem como a disponibilidade operacional dos equipamentos das plantas de processo. Adicionalmente, a busca pela produção econômica de hidrocarbonetos em cenários cada vez mais desafiadores e a necessidade de constante redução de custos e por atendimento a elevados graus de conformidade com requisitos de SMS (HSE) são necessidades da indústria atual para garantir e aumentar a rentabilidade dos projetos de desenvolvimento da produção. Neste contexto desafiador e ávido por soluções inovadoras, buscam-se bons artigos nos temas citados a seguir:

  • Automação e controle da produção
  • Excelência operacional
  • Gerenciamento de água produzida
  • Gerenciamento de CO2 e H2S
  • Gestão de operações e logística
  • Instalações de produção
  • Manutenção e integridade estrutural
  • Seleção de materiais
  • “Tecnologias e inovação em inspeção offshore”
  • Extensão de vida útil de ativos offshore
  • Digitalização de sistemas de produção
  • Segurança de processos
  • Sistema de processamento submarino (subsea factory)
  • Sistemas de elevação artificial
  • Sistemas de coleta submarinos
  • Descomissionamento de sistemas de produção
  • Estudos de casos

 

 

POÇOS

A descoberta do pré-sal na costa brasileira propiciou importantes avanços na tecnologia de construção de poços em ambiente de LDA ultra profunda, espessa camada de sal e em jazidas que por vezes levam a condições difíceis de controle de poço. É uma área em que constantes desenvolvimentos podem trazer ganhos expressivos, seja na fase de perfuração como na de completação (poços inteligentes) e de estimulação. Mas não é apenas no pré-sal que demanda contínuo avanço: a viabilização de projetos de aumento de recuperação em campos maduros e de óleo pesado depende redução de custos e de novas tecnologias para viabilizar poços offshore de geometria mais complexa (multilaterais, de máximo alcance). A Rio Oil & Gas que ajudar a promover esta discussão com artigos nos temas de:

  • Estimulação e fraturamento de poços
  • Geomecânica e estabilidade de poços
  • Gestão de operações e logística
  • Integridade de poços e segurança de processos
  • Poços inteligentes e digitalização no upstream
  • Projetos de poços
  • Controle de poço e resposta a emergência
  • Tecnologias de completação
  • Tecnologias de perfuração
  • Intervenção em poços
  • Licenciamento e SMS em operações de poços
  • Estudos de casos

MERCADO DE PETRÓLEO E DERIVADOS

“O novo cenário que se desenha para o segmento de downstream brasileiro requer o aprofundamento de temas prioritários, tais como: regulação, tributação e modelos de negócios visando a criação de um mercado atrativo para novos investimentos.
Inclui ainda o debate de assuntos relativos à produção, importação e logística de derivados de petróleo e biocombustíveis, visando a garantia do abastecimento nacional, bem como a dinâmica competitiva entre seus diversos agentes em um ambiente de transição para uma matriz de baixo carbono.”

  • Evolução da Matriz Energética
  • Balanço de oferta e demanda de derivados
  • Qualidade dos derivados de petróleo
  • Mercado de óleos básicos
  • Preços de petróleo e derivados
  • Tributação de combustíveis
  • Modelos de transição para matriz de baixo carbono
  • Modelos de negócios para investimentos em downstream
  • Regulação e fiscalização
  • Dinâmica concorrencial dos agentes de mercado
  • Transição para um novo modelo de downstream no Brasil
  • Inovações tecnológicas (desempenho de produtos, eficiência de motores)

 

INFRAESTRUTURA – PORTOS, TERMINAIS, DUTOS, FERROVIAS, HIDROVIAS

Será objeto deste tema a discussão do uso de modais de alto volume para o transporte de líquidos e gases. As experiências positivas no uso dos diversos modais de transporte, a análise crítica dos fatores que limitam o uso da infraestrutura e o transporte de produtos, e as questões que envolvem o arcabouço regulatório/tributário são temas de interesse. Adicionalmente, serão abordados assuntos ligados ao desenvolvimento e aplicação da engenharia na construção da infraestrutura, as iniciativas por aumento de eficiência na operação logística e o aumento da confiabilidade e segurança de equipamentos e sistemas. No caso do Brasil, em particular, espera-se uma análise mais aprofundada do novo contexto de mercado com múltiplos agentes no segmento mid/downstream e o consequente estímulo à atração de investimentos em infraestrutura logística no país.

  • Infraestrutura logística – engenharia, construção e montagem
  • Transporte dutoviário e terminais terrestres – operação, manutenção e inspeção
  • Terminais de uso privado versus portos públicos – competitividade dos modelos
  • Operação de terminais portuários para líquidos – eficiência e mitigação de riscos
  • Transporte de líquidos no modal dutoviário – riscos e oportunidades
  • Transporte de líquidos no modal ferroviário – riscos e oportunidades
  • Operação em hidrovias – aumento da eficiência e segurança
  • Cabotagem e movimentação de combustíveis no novo cenário de refino
  • Políticas de fomento ao investimento em infraestrutura logística e novos modelos negócios
  • Infraestrutura logística para competição com o refino
  • Análise de risco e aumento de confiabilidade para equipamentos e sistemas
  • Inovações nos sistemas logísticos

 

DISTRIBUIÇÃO/MARKETING

A busca contínua por soluções integradas e evoluções constantes, visando a redução de custos, garantia da oferta e qualidade de produtos, expansão de mercados e competitividade são temas de interesse desta sessão. Além disso, a reformulação do arcabouço regulatório e a nova dinâmica do mercado com múltiplos agentes no Brasil, requerem atenção especial.

  • Otimização das cadeias logísticas de distribuição e integração de modais
  • Aumento da participação dos biocombustíveis na matriz: desafios para o setor de distribuição
  • Tecnologia de informação na cadeia logística de distribuição
  • Impactos da tributação na logística de distribuição
  • Distorções concorrenciais – Combate ao comércio irregular de combustíveis
  • Garantia da qualidade de produtos e serviços
  • Varejo no posto de serviço e novas tecnologias de pagamento
  • Modelos logísticos para atendimento às lojas de conveniências
  • Nova dinâmica no mercado brasileiro: papeis e responsabilidades dos agentes, modelos de contrato, política de estoques

 

REFINO E PETROQUÍMICA

“Com a previsão de entrada de veículos elétricos e hibridos nas próximas décadas, impactando a demanda de gasolina e óleo diesel, a indústria de refino deverá se adaptar a essa nova situação. Nesse sentido, o aperfeiçoamento dos processos com a entrada de novas tecnologias, digitalização da indústria e novas técnicas de manutenção, visando à um aumento de confiabilidade, serão ferramentas indispensáveis para conferir uma maior economicidade à atividade.
Além disso, a busca pela integração dos processos de refino com unidades para produção de produtos petroquímicos, utilizando-se uma eventual sobra de nafta, é uma tendência a ser observada. Garantir a competitividade, mediante a disponibilidade e custo de matérias primas, uso de novas tecnologias e fabricação de produtos de maior valor agregado são também pontos fundamentais para a indústria petroquímica. O objetivo deste tema é compreender os rumos que este ramo da indústria, no Brasil e no mundo, tomará.”

  • Eficiência energética e controle de emissões
  • Manutenção e confiabilidade
  • Tendências tecnológicas para refino e petroquímica
  • Suprimento de matéria prima petroquímica
  • Competição no refino no Brasil
  • Políticas para investimento em refino no Brasil
  • Evolução de especificações e produtos/novas legislações
  • Automação/otimização de processos
  • Economicidade da atividade de refino
  • Mercado futuro: visão integrada upstream, downstream, indústria petroquímica
  • Mercado de óleos lubrificantes básicos

 

BIOCOMBUSTÍVEIS

O tema biocombustíveis incorpora assuntos relativos à produção, transporte e comercialização, bem como aspectos relacionados à políticas públicas, regulação, emissões de gases de efeito estufa e mecanismos de precificação de carbono voltados a esse setor.

  • Etanol: produção, mercado, logística de transporte e armazenamento
  • Biodiesel: produção, mercado, logística de transporte e armazenamento
  • Políticas públicas e regulação
  • Novas tecnologias para biocombustíveis (bioquerosene, etanol celulósico, biogás, HVO, etc.)
  • O papel dos biocombustíveis para segurança energética e mitigação das emissões de gases de efeito estufa
  • Mercado e precificação carbono

OFERTA DE GÁS NATURAL

“O mercado brasileiro de gás natural tradicionalmente vem sendo atendido pela oferta doméstica e pelo gás natural importado da Bolívia. Na última década, com a construção de terminais de regaseificação, o gás natural liquefeito (GNL) também passou a ser uma potencial fonte de suprimento, particularmente para o atendimento de usinas termelétricas. Hoje o país também é suprido pela produção de gás natural oriunda o pré-sal.
Há, portanto, uma série de possíveis origens de suprimento, num contexto de crescimento da produção nacional, de aumento da produção de gás não convencional nos Estados Unidos, Austrália e Argentina, e de expiração de um dos contratos de suprimento de origem boliviana.
Os temas deste tópico têm por objetivo levantar as discussões que podem afetar o suprimento de gás, considerando as mudanças no mercado internacional, como aquelas promovidas pelo shale gas norte-americano, bem como as perspectivas regionais (América Latina) e locais, em particular no que se refere ao pré-sal. “

Produção – Brasil

  • Perspectivas
  • Produção terrestre e marítima (pós-sal e pré-sal)
  • Alternativas para aumento da oferta na costa

Importação

  • GNL
  • Dutos (América Latina)

Não-convencionais

  • Biogas
  • Shale gas, tigh sands, CBM – Coal Bed Methane

 

INFRAESTRUTURA

“A indústria de gás natural é composta por uma série de segmentos que se interconectam a fim de permitir que o gás produzido seja processado e movimentado de modo a alcançar os consumidores do produto. Há, portanto, a presença de ativos de infraestrutura nos distintos segmentos da cadeia de valor do energético, desde sua produção até a entrega aos consumidores finais. A utilização eficiente e a realização de investimentos em ativos de infraestrutura são aspectos críticos não apenas para viabilizar o desenvolvimento de novos mercados de gás natural, como também para promover o crescimento ou mesmo dar sustentabilidade aos mercados existentes. O acesso a infraestruturas essenciais (dutos de escoamento, plantas de processamento e terminais de regaseificação), ao transporte e à distribuição de gás é condição necessária para permitir o desenvolvimento de um mercado mais competitivo.
A discussão a respeito da utilização da infraestrutura reveste-se de grande importância, particularmente num contexto em que se busca atrair novos agentes para a consecução de investimentos na indústria, por meio da introdução da competição nas diferentes atividades da cadeia. “

Infraestruras essencias

  •  Escoamento
  • UPGNs
  • Terminais de GNL

Transporte

  • Dutoviário
  • GNC / GNL

Estocagem

Distribuição

 

INTEGRAÇÃO GÁS ELETRICIDADE E INDÚSTRIA

“A geração termoelétrica a gás natural vem se tornando cada vez mais relevante para o suprimento de energia elétrica. No Brasil o tema ganha importância porque surge como uma alternativa energeticamente segura e ambientalmente adequada para ampliação da oferta de energia elétrica e também como “âncora” para o desenvolvimento de mercado de gás e projetos de produção de gás doméstico e importação de GNL. Alem disso, empreendimentos industriais também podem ser condiderados como âncoras para a expansao da infraestrutura de gás natural, pois possuem elevado consumo firme para viablizar projetos.
A necessidade de se ampliar a sinergia entre a indústria, o setor elétrico e o de gás natural tem se mostrado cada vez mais importante e o debate das questões apontadas para este tema tem como objetivo não só diminuir a assimetria de informação entre estes mercados, mas também apontar caminhos para a utilização sustentável do gás natural como alternativa para a geração de eletricidade e como combustível e materia prima para o setor industrial.”

 

INTEGRAÇÃO GÁS ELETRICIDADE

  • Complementariedade com renováveis
  • Despacho na base
  • Geração como âncora de mercado
  • Soluções para prover flexibilidade ao despacho termo elétrico
  • Impacto da geração térmica na oferta de gás doméstico e GNL

 

INTEGRAÇÃO GÁS INDÚSTRIA

  • Gás Natural como combustível para o setor industrial
  • Gás Natural como matéria prima para o setor industrial
  • Empreendimentos industriais como ancora de mercado
  • Impacto da demanda industrial na oferta de gás doméstico e GNL

 

MERCADO E PLANEJAMENTO

“A indústria de gás é intensiva em capital e os investimentos apresentam retorno de longo prazo. Por esta razão, as decisões finais de investimento nas distintas atividades da cadeia são impactas não apenas pelo ambiente institucional e regulatório vigente, mas também pelas perspectivas de desenvolvimento da indústria.
Este bloco tem como objetivo discutir diferentes cenários mercadológicos para o gás natural, tanto no âmbito nacional, como regional e internacional, considerando os aspectos tecnológicos, ambientais, sócio-econômicos, institucionais, entre outros, que podem alterar o perfil de consumo e produção de gás natural.”

Cenários Oferta vs. Demanda

  • Brasil
  • America Latina
  • LNG Trading
  • Perspectivas mundiais

Usos do gás

  • Residencial, comercial, industrial, veicular
  • Cogeração e geração distribuída

Comercialização: 

  • Competitividade e Precificação
  • Mercado Livre

 

AVALIAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA DE PROJETOS

“O mercado de gás no Brasil vem consolidando e este processo deve se acelerar a partir da aprovação da nova legislação para a indústria. Como reflexo deste novo ambiente, investimentos vêm sendo realizados por novos e antigos atores em toda cadeia de valor do gás natural, desde a atividade de escoamento até novos projetos de geração térmica.
Um entendimento mais aprofundado do quadro tributário, econômico e financeiro, por meio da apresentação de projetos existentes/potenciais ou de estudos específicos pode servir como guia e apontar o melhor caminho para o desenvolvimento do setor, incentivando investimentos em toda sua cadeia de valor. “

  • Monetização
  • Escoamento
  • Infraestrutura C2/Liquidos
  • UPGN
  • Terminais de GNL – REGAS e Liquefação
  • Transporte e distribuição
  • Geração Térmica
  • GTL
  • Indústria

 

REGULAÇÃO

“A indústria brasileira de gás natural tem passado por um importante processo de transformação. O reposicionamento da Petrobras permitiu a inserção de novos agentes em diferentes segmentos desta indústria. Em paralelo, a inciativa Novo Mercado de Gás, que agora se desdobra nas discussões do PL 6.407 no Congresso Nacional, objetivou a discussão de aperfeiçoamentos no marco legal da indústria do gás natural, com o objetivo de torná-la mais dinâmica, competitiva e com maior liquidez.
No âmbito do programa Novo Mercado de Gás foram discutidos e propostos aperfeiçoamentos no texto legal que objetivam dinamizar as distintas atividades da cadeia de valor do gás natural. Como consequência desta alteração no marco legal, será necessária a proposição de novas normas ou a revisão da regulamentação vigente. Neste sentido, é fundamental realizar uma ampla discussão dos temas objeto de regulação, de modo a contribuir para o estabelecimento das novas regras necessárias para o desenvolvimento da indústria de gás.”

  • Produção, importação, escoamento, processamento e terminais
  • Transporte, Estocagem, Distribuição e Comercialização

 

GNL

  • Cenários globais de oferta vs. demanda;
  • Perspectivas de preços
  • Logística/Integração
  • Contratos (longo prazo vs. curto prazo)
  • Novas Tecnologias


ASPECTOS REGIONAIS E GLOBAIS

  • Perspectivas da oferta regional – Argentina e Bolívia
  • Soluções para viabilizar a integração energética
  • Oportunidades e desafios regionais
  • Evolução da matriz energética em países em desenvolvimento
  • Geopolitica Mundial de Gás Natural

PD&I e ECOSSISTEMAS DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Este temário tem como objetivo discutir e identificar os programas de incentivos à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – PD&I ( a exemplo da Cláusula de PD&I, dos contratos de exploração e produção de petróleo),  formas de investimento privado, e gestão destes recursos. Modelos de acordo de parceria e contratos, como os de transferência de tecnologia e licenciamento também são o foco deste Bloco, além de normas e regulamentos que versam sobre o assunto.

  • Propriedade Intelectual em projetos de O&G;
  • Boas Práticas em Ecossistemas de Tecnologia e Inovação
  • Aplicação dos Recursos da Cláusula de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) das Agências Reguladoras
  • Marco Regulatório da CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação)
  • Modelos de Parcerias (casos de sucesso em projetos de inovação entre empresas de tecnologia e O&G ou entre empresa de O&G);
  • Normas e Regulamentos Técnicos
  • Startups

 

INSPEÇÃO

Esse temário tem como objetivo discutir e identificar a forma pela qual as tecnologias, como veículos autônomos e drones, robótica (geral, topside e subsea) e o monitoramento online de processos, auxiliam na atividade de inspeção e no aprimoramento da integridade estrutural, resultando no aumento da confiabilidade e da segurança das instalações. Visa, também, debater como as tecnologias do futuro podem contribuir para uma Inspeção Não Intrusiva.

  • Robôs, drones e veículos autônomos
  • Inspeção Não Intrusiva (INI)
  • Sistema de Gerenciamento de Combustão (SGC) em Caldeiras
  • Sistemas Instrumentados de Segurança (SIS) em Caldeiras
  • Ferramentas avançadas para análise e planejamento de inspeção

TECNOLOGIAS DIGITAIS APLICADAS E PROCESSOS

Discutir e apresentar as tecnologias digitais que estão transformando a indústria e propiciando-a a trabalhar de forma mais inteligente e a obter significativa eficiência e economia no curto prazo, permitindo-lhes tomar decisões mais adequadas e mais rápidas. Tecnologias como nuvens inteligentes, Big Data e analytics e Internet das Coisas entre outras, andam de mãos dadas e são o pano de fundo para a revolução digital que a indústria de óleo e gás está passando.

  • Automação
  • Sistemas Integrados
  • Big Data, AdvancedAnalytics e Visualization (Digital Twins)
  • Robótica
  • IIoT (Industrial Internet of Things)
  • Cloud Computing
  • CyberSecurity
  • Realidade aumentada e virtual
  • Blockchain
  • Smartgrids
  • Nanotecnologia aplicada à inspeção e acompanhamento
  • Manufatura Aditiva e Impressão 3D
  • HPC – Computação de Alto Desempenho
  • Inteligência Artificial
  • Gerenciamento de ativos
  • Sistemas Instrumentados de Segurança
  • Operações integradas
  • Nanotecnologia
  • Sistemas wireless
  • Otimização e Controle Avançado de Processos;
  • Controle e Segurança de Processos
  • Veículos autônomos
  • Treinamentos simulados e certificação de operadores
  • Campo de petróleo digital
  • Operação remota
  • Tecnologia como chave para transição energética
  • Smart Cities aplicada a transição energético

COMPLIANCE

Descritivo: Esse tema tem como objetivo discutir aspectos relacionados às praticas de compliance, responsabilidade gerencial, controles internos, bem como aplicação de práticas anti-corrupção e em favor de formas legítimas de condução dos negócios da indústria de óleo e gás.

  • Novas tecnologias e compliance – transformação digital;
  • Investigações internas de práticas ilegais;
  • Regulamentação das práticas de Lobby e a industria de óleo e gás;
  • Práticas e políticas de prevenção na contratação de bens e serviços e bens contra atos ilícitos por subcontratados;
  • Contratação – empresas condenadas por crime de corrupção, ou inscritas em programas de leniência;
  • Lei Anticorrupção e seus impactos na indústria de óleo e gás;
  • Compliance – treinamento, responsabilidade, recompensas e penalidades;
  • Amadurecimento dos Programas de Compliance – mudança cultural em uma organização.

 

SMS – Segurança, Meio ambiente e Saúde

Descritivo: Este tema tem como objetivo discutir aspectos de SMS da indústria de óleo e gás que proponham melhorias na performance do setor. O tema abrange desde a formação de lideranças comprometidas com a cultura da segurança de pessoas, instalações e da preservação do meio ambiente, até a conformidade com a legislação, regulação, normas e padrões que contribuam para prevenir, reduzir e mitigar acidentes e os impactos das atividades desta indústria.

  • Excelência Operacional: cultura e liderança;
  • Gerenciamento de resíduos e efluentes;
  • Gestão Ambiental: regulamentação, planejamento, licenciamento e monitoramento nas atividades de óleo e gás;
  • Resposta à emergência, planos de contingência, treinamento e organização;
  • Analise de risco operacional – meio ambiente, instalações e força de trabalho;
  • Fatores humanos e organizacionais;
  • Gestão de Segurança: de processo, operacional, ocupacional e ambiental.

 

GESTÃO CORPORATIVA

Descritivo: Esse tema tem como objetivo discutir aspectos relacionados à gestão das empresas de óleo e gás. O tema abrange discussões ligadas à governança, regulamentação, comunicação corporativa, alternativas de financiamento, gestão do conhecimento entre outras questões relevantes da indústria.

  • Gestão do conhecimento e aprendizagem organizacional: do aprendizado informal ao treinamento e desenvolvimento para a geração de competências e conhecimento;
  • Governança organizacional – técnicas e políticas organizacionais, publico x privado;
  • Alternativas de financiamento: acesso ao mercado de capital, seguros, garantias, Reserve Based Lending, Project Finance e outros instrumentos financeiros;
  • Comunicação corporativa e reputação da indústria;
  • Tecnologias e metodologias de gestão: cenários, desafios e soluções.

 

Liderança

Descritivo: Esse tema tem como objetivo discutir aspectos relacionados à gestão de pessoas que impactam no desenvolvimento da indústria de óleo e gás. O tema abrange discussões sobre gestão de pessoas, atração e retenção de novos profissionais, governança, desenvolvimento de carreiras no setor, diversidade e inclusão, entre outras questões relevantes.

  • Futuro da indústria de O&G – atração e retenção de jovens profissionais para carreiras STEM;
  • Produtividade e competitividade versus qualidade do ambiente no trabalho;
  • Desenvolvimento profissional – carreira técnica e gerencial;
  • Práticas de liderança operacional e gerencial;
  • Diversidade e inclusão;
  • Liderança e transformação digital – impactos na cultura organizacional;

 

SUSTENTABILIDADE

Descritivo: O tema tem como objetivo incentivar profissionais da indústria de petróleo e gás, cadeia de suprimentos de bens e serviços, governo, ONGs e universidades a discutir sobre o papel da indústria na promoção do desenvolvimento sustentável, na conservação ambiental, na garantia de direitos das populações tradicionais e dos vulneráveis ​​e na gestão de riscos, garantindo a atração de investimentos responsáveis.

  • Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS);
  • Geopolítica e sustentabilidade;
  • Direitos Humanos e Empresas;
  • Investimento Social Privado;
  • Gestão de riscos técnicos e não técnicos;
  • Conservação e Educação Ambiental;
  • ASG (Ambiental, Social e Governança);
  • Responsabilidade Social na Indústria de Óleo e Gás.

 

A questão das mudanças climáticas associadas às emissões de gases de efeito estufa – GEE passou a ocupar o topo da agenda política e social em grande parte dos países industrializados. Nesse contexto, a transição energética por meio de políticas públicas e estratégias corporativas de descarbonização passa a ser um elemento fundamental para o futuro do setor de energia. O debate e reflexão sobre as políticas públicas, o posicionamento dos stakeholders e estratégias corporativas no tema da transição é fundamental para a redução dos riscos econômicos e sociais da indústria de energia. A criação de um bloco da Rio Oil & Gas 2020 dedicado ao tema busca exatamente criar um espaço privilegiado de discussão sobre novos tópicos fundamentais a indústria de energia no Brasil e no mundo.

 

  • A indústria de O&G e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS
  • Estratégias de descarbonização no setor O&G
  • Inovações tecnológicas para descarbonização
  • Acordo de Paris: Políticas Públicas e Mecanismos de Financiamento para a Implementação de Medidas de Mitigação;
  • Geopolítica da Transição Energética;
  • Contribuição da eficiência energética para a redução das emissões de GEE no setor de O&G;
  • Novos modelos de negócio na indústria à luz da descarbonização;
  • Papel dos biocombustíveis mitigação das emissões GEE;
  • Energia segura acessível e limpa: contribuição da indústria de O&G;
  • Papel do gás natural para transição energética;
  • Mercado e precificação carbono;
  • O futuro da demanda por O&G;
  • Transição energética e impactos na mobilidade;
  • Transição energética e equidade;
  • Política de Ciência, Tecnologia e Inovação na Transição Energética.

Estamos a seis meses da realização da Rio Oil & Gas 2020 e seguimos trabalhando em ritmo acelerado para entregar um evento de alto nível. O IBP está monitorando a situação do coronavírus (COVID-19) e preparado para seguir as orientações de prevenção e higiene da OMS e do Ministério da Saúde. A segurança dos nossos participantes, expositores, visitantes e staff é nossa prioridade. Todas as informações oficiais serão atualizadas de acordo com a evolução do quadro no Brasil, tanto no site do evento www.riooilgas.com.br quanto nas nossas redes sociais.

O prazo de recebimento das sinopses se encerrou em 15 de março de 2020.

Se você submeteu uma sinopse, aguarde o resultado da avaliação do Comitê Técnico da ROG 2020 no dia 20/04.

A aprovação das sinopses será de responsabilidade do Comitê Técnico, soberano em sua decisão. Os autores serão informados sobre a análise das sinopses estendidas após o dia 20 de abril de 2020. O acesso à área do autor também será disponibilizado nesta mesma data.

Uma vez que a sinopse estendida tenha sido aprovada, os trabalhos completos (5-10 páginas) deverão ser enviados até o dia 15 de maio de 2020, de acordo com as instruções que serão encaminhadas pela organização.

Os autores serão informados da data, horário e forma de apresentação dos trabalhos (oral ou pôster digital), após o fim da avaliação dos textos finais e do período de revisão, partir do dia 03 de julho de 2020.

Os autores deverão optar pela forma de apresentação do trabalho (oral ou pôster digital) e no resultado final será definido pelo Comitê Técnico, soberano em sua decisão.

Os idiomas do evento são: português ou inglês. Será disponibilizada tradução simultânea (inglês/português/inglês).

Os trabalhos incluídos no programa final do Congresso serão publicados na Biblioteca online do IBP, com registro ISSN. Os trabalhos finais adequados as normas de publicação científica, a serem enviadas na segunda fase (envio do texto final), e no idioma inglês poderão também ser indexados em bases científicas internacionais.

Sim. Para que o trabalho aprovado seja incluído no programa final e publicado nas bases científicas, é necessário que ao menos o autor apresentador do projeto faça sua inscrição, no prazo informado no cronograma de submissão dos trabalhos.

 Valores de inscrições e informações de como se inscrever serão disponibilizados em breve pela organização do evento.

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