BLOCO III – MIDSTREAM E DOWNSTREAM

MERCADO DE PETRÓLEO E DERIVADOS

“O novo cenário que se desenha para o segmento de downstream brasileiro requer o aprofundamento de temas prioritários, tais como: regulação, tributação e modelos de negócios visando a criação de um mercado atrativo para novos investimentos.
Inclui ainda o debate de assuntos relativos à produção, importação e logística de derivados de petróleo e biocombustíveis, visando a garantia do abastecimento nacional, bem como a dinâmica competitiva entre seus diversos agentes em um ambiente de transição para uma matriz de baixo carbono.”


INFRAESTRUTURA – PORTOS, TERMINAIS, DUTOS, FERROVIAS, HIDROVIAS

Será objeto deste tema a discussão do uso de modais de alto volume para o transporte de líquidos e gases. As experiências positivas no uso dos diversos modais de transporte, a análise crítica dos fatores que limitam o uso da infraestrutura e o transporte de produtos, e as questões que envolvem o arcabouço regulatório/tributário são temas de interesse. Adicionalmente, serão abordados assuntos ligados ao desenvolvimento e aplicação da engenharia na construção da infraestrutura, as iniciativas por aumento de eficiência na operação logística e o aumento da confiabilidade e segurança de equipamentos e sistemas. No caso do Brasil, em particular, espera-se uma análise mais aprofundada do novo contexto de mercado com múltiplos agentes no segmento mid/downstream e o consequente estímulo à atração de investimentos em infraestrutura logística no país.


DISTRIBUIÇÃO/MARKETING

A busca contínua por soluções integradas e evoluções constantes, visando a redução de custos, garantia da oferta e qualidade de produtos, expansão de mercados e competitividade são temas de interesse desta sessão. Além disso, a reformulação do arcabouço regulatório e a nova dinâmica do mercado com múltiplos agentes no Brasil, requerem atenção especial.


REFINO E PETROQUÍMICA

Com a previsão de entrada de veículos elétricos e hibridos nas próximas décadas, impactando a demanda de gasolina e óleo diesel, a indústria de refino deverá se adaptar a essa nova situação. Nesse sentido, o aperfeiçoamento dos processos com a entrada de novas tecnologias, digitalização da indústria e novas técnicas de manutenção, visando à um aumento de confiabilidade, serão ferramentas indispensáveis para conferir uma maior economicidade à atividade.
Além disso, a busca pela integração dos processos de refino com unidades para produção de produtos petroquímicos, utilizando-se uma eventual sobra de nafta, é uma tendência a ser observada. Garantir a competitividade, mediante a disponibilidade e custo de matérias primas, uso de novas tecnologias e fabricação de produtos de maior valor agregado são também pontos fundamentais para a indústria petroquímica. O objetivo deste tema é compreender os rumos que este ramo da indústria, no Brasil e no mundo, tomará.


BIOCOMBUSTÍVEIS

O tema biocombustíveis incorpora assuntos relativos à produção, transporte e comercialização, bem como aspectos relacionados à políticas públicas, regulação, emissões de gases de efeito estufa e mecanismos de precificação de carbono voltados a esse setor.

COMITÊ TÉCNICO

Bloco III – Midstream e Downstream

Nome
Sebastião Furquim (chair)
André Pinto
Carla Imbroisi
Carlo Faccio
Carlos Felipe Lodi
Daniel Furlan
Daniella Maestri
Enrico Severini Andriolo
Eraldo Porto
Felipe Perez
Felipe Starling
Gisele Pereira
Glauco Vaz
Helano Pereira Gomes
José Mauro Ferreira Coelho
Leandro Silva
Luciano Libório
Luciano Rodrigues
Marcus D’Elia
Marisa Barros
Michel Hartveld
Ricardo Pinto
Rogério Gonçalves
Sergio Araújo
Sheyla Cristina M. de Oliveira
Empresa
Ipiranga
BCG Boston Consulting Group
IBP
Combustível Legal
Petrobras
ABIOVE
Petrobras
BR Distribuidora
Consultor
IHS Markit
Ipiranga
IBP
Transpetro
Ultracargo
MME
Raízen
Raízen
UNICA
Leggio
DCDP/SPG/MME
Chemplas Imp. Exp.
Petrobras
AEA
ABICOM
BR Distribuidora

Temário
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